quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dia da Família Gianellina em setembro!

Antônio Gianelli,
um guapo na campereada da vida!
 
Uma chama foi acesa num lugarejo da Itália, com o nascimento de Antônio Gianelli, em 1789, e continua acesa até hoje, como clarão que ultrapassa tempos e lugares.
Gianelli é uma tocha de origem italiana que, pelas centelhas de seu carisma, se faz luz em muitos lugares do mundo!
Gianelli, homem de coração estradeiro, tornou-se cidadão universal.
“Não digam que não há estradas. Basta olhar o horizonte!
Não digam que a vida é espanto. Basta sentir o amanhecer!
Não digam que não há esperança. Basta fazer a semeadura!”
Como Bispo, foi bom pastor do povo de Deus a ele confiado. Sua capa episcopal foi como um poncho missioneiro, um pala sagrado estendido sobre as cidades, cobrindo as casas e os corações de bênçãos. O báculo que trazia na mão igualava-se ao cajado de pastor dedicado a um rebanho humano necessitado de razões para viver e de rumo a seguir. Era um bastão luminoso que guiava a população em bons caminhos do Bem. A mitra de Bispo era posta em sua cabeça somente em momentos solenes; no dia a dia, em suas andanças pastorais, usava um chapéu campeiro, firmado pelo barbicacho de tantos gritos presos na garganta, vendo a realidade de seu povo, em busca da dignidade.
Gianelli, andarilho de Deus! Foi capaz de andar muito, sem importar-se com o cansaço, pela causa do Evangelho.
Neste dia 21, Dia da Família Gianellina, mesmo distantes geograficamente, nos unidos numa tertúlia de fé e oramos:
Intercede por nós, andarilho do Evangelho!
- Santo Gianelli, que os lampejos do teu Carisma continuem chegando aos corações e às cidades.
- Santo Gianelli, que tua luz nos ilumine e nos ajude a alcançar nossos objetivos na cavalgada da vida.
- Gianelli, Santo de todos os tempos e de todas as culturas, intercede por nós!
- Santo Gianelli, que tua voz continue ecoando nos campos do mundo como “grito do quero-quero”, sempre alerta e destemido, anunciando a existência de pessoas melhores, construtoras de tempos melhores.
- Gianelli, nosso Santo, inspira-nos fortes ideais, Ilumina nossos caminhos para agirmos com um coração cheio de misericórdia.
Assim seja!

O Carisma de Gianelli atravessou os tempos e acampou nos corações, como uma centelha que se fez fogo de chão pela humildade e simplicidade e se fez labareda pela paixão pelo Reino! E é sabido que nada e ninguém apaga um fogo aceso em corações campeiros!


Gianelli, Bispo de Bóbbio no passado, se faz “Sentinela dos Pampas” no presente, porque seu Carisma ultrapassa os limites do tempo e dos lugares, e se espalha no mundo como uma “faísca de Deus”.
Neste “dia 21”, como Família Gianellina, nos inspiramos para ser presenças novas... fazemos da família e da comunidade um acampamento fraterno para sermos capazes de gestos novos... e achamos tempo para “sarandeios de luz”, realizando sinais criadores de relações novas. Podemos abrir as cancelas da nossa mente e do nosso coração, sem dar prosa ao cansaço e, nas circunstâncias em que vivemos, ultrapassar as fronteiras de nós mesmos e avançar nas estradas da vida.
Por que “há tantas porteiras fechadas nas estâncias de nós mesmos; emoções aprisionadas entre cercas e aramados, nos campos da nossa existência”?
Não podemos ser “moradas vazias”, mas “almas abertas que contemplam o sol dos livres e descobrem no cotidiano o gosto de aurora”.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Luz da Fé!

Lâmpadas - Luz

Apagam-se lâmpadas, mas a LUZ continua acesa!
Entre um “dia 21” e outro, apagaram-se algumas “lâmpadas” que, durante 70, 80, 90 anos estiveram acesas no caminho da Família Gianellina: morreram algumas Irmãs Filhas de Maria Santíssima do Horto e pessoas a elas ligadas... Outras diminuíram seu ritmo de trabalho, continuam enfermas...
Apagam-se lâmpadas, mas a LUZ continua acesa!
Aumentam a cada dia os desafios de remanejo de pessoas, de melhor serviço, de multiplicidade de tarefas... Aumenta a necessidade de presenças generosas... porque a missão continua!
Apagam-se lâmpadas, mas a LUZ continua acesa!
É a partir dessa experiência gianellina de pequenez e grandeza, de limites e superação, de fragilidade e força, de perdas e ganhos que chego aos membros da Família Gianellina com esta Mensagem do “dia 21” do mês vocacional 2013.
Busco inspiração no tempo de Graça que estamos vivendo – o Ano da Fé – e faço circular algumas idéias da Encíclica “Lumen fidei” – “A Luz da fé”, escrita a quatro mãos e a dois corações, por Bento XVI e o Papa Francisco.
Queremos VER melhor o caminho e caminhar melhor, com a presença do Deus que “permanece conosco” (cf. Lc 24,29).
Quem acredita vê; vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso (Lf 1)
A fé, que recebemos de Deus como dom sobrenatural, aparece-nos como luz para a estrada orientando os nossos passos no tempo (Lf 4).
Se acreditares, verás a glória de Deus (Jo 11,40). [...] ... a fé aparece como um caminho do olhar... (Lf 30).
Sendo agosto o mês vocacional no Brasil, aproveitamos para renovar-nos vocacionalmente e, além de pedir aumento de vocações, por sugestão de S. Antônio Gianelli, pedimos “aumento de vocação”, encorajamento na vocação, dilatação do coração para a solidariedade, alargamento dos espaços da missionariedade.
A fé é a resposta a uma Palavra que interpela pessoalmente, a um Tu que nos chama por nome (Lf 8).
A fé não é um refúgio para gente sem coragem, mas a dilatação da vida: faz descobrir um grande chamado – a vocação ao amor – e assegura que este amor é fiável, que vale a pena entregar-se a ele, porque o seu fundamento se encontra na fidelidade de Deus, que é mais forte do que toda a nossa fragilidade (Lf 53).
Quem recebe a fé descobre que os espaços do próprio “eu” se alargam, gerando nele novas relações que enriquecem a vida (Lf 39).
Pensando nas lâmpadas humanas que se apagam a cada dia no mundo todo... e também no nosso pequeno mundo, renovamos nossa confiança na vida, porque apagam-se lâmpadas, mas a LUZ continua acesa!
A fé ilumina a vida social: possui uma luz criadora para cada momento novo da história, porque coloca todos os acontecimentos em relação com a origem e o destino de tudo no Pai que nos ama (Lf 55).
[...]... até a morte fica iluminada, podendo ser vivida como o último chamado da fé, o último “Sai da tua terra” (cf. Gn 12,1), o último “Vem!” pronunciado pelo Pai, a quem nos entregamos com a confiança de que Ele nos tornará firmes também na passagem definitiva. (Lf 56)
Apagam-se lâmpadas, mas a LUZ continua acesa!
Como seres históricos, vivemos experiências de finitude e mudanças no dia a dia... Acabam-se forças... Acabam-se projetos... Acaba-se o tempo da vida terrena... Diminuem possibilidades para algumas coisas... Mas, abrem-se novas brechas para a passagem da Luz pelos nossos caminhos... Surgem outras alternativas de missão, novos espaços de caridade evangélica vigilante... novos jeitos de viver plenamente a própria Vocação e qualificar o Serviço.
A fé não é luz que dissipa todas as nossas trevas, mas a lâmpada que guia os nossos passos na noite, e isto basta para o caminho.
Ao homem que sofre, Deus não dá um raciocínio que explique tudo, mas oferece a sua resposta sob a forma de uma presença que o acompanha, de uma história de bem que se une a cada história de sofrimento para nela abrir uma brecha de luz. (Lf 57).

Pode-se cantar:
Deixa a luz da fé entrar... Deixa a luz da fé entrar...
Abre bem as portas do teu coração e deixa a luz da fé entrar!

Apagam-se lâmpadas, mas a LUZ continua acesa!
Acreditei e por isso falei” (2Cor 4,13), diz o apostolo Paulo (Lf 56)... por isso escrevi esta mensagem, digo eu, ao chegar à Família Gianellina com meu abraço e os melhores votos de felicidade e fidelidade no caminho!
Neiva Moresco, fmh

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Ano Vocacional Missionário Gianellino

TRAVESSIA VOCACIONAL!


TRAVESSIA GIANELLINA!




O Instituto das Filhas de Maria Santíssima do Horto dedica tempo,
investe bens e dons, articula pessoas no Serviço de Animação Vocacional, acreditando que o chamado divino continua ecoando nos corações,
em todos os recantos do mundo.
VEM E SEGUE-ME!

No Brasil, as Irmãs do Horto estão presentes, convivem
e atuam em diversas localidades, construindo a FAMÍLIA GIANELLINA: pessoas que se sentem atraídas e se comprometem com o CARISMA gianellino: Caridade Evangélica Vigilante pela causa do Reino de Deus!
SEGUE-ME!

Em cada Comunidade das Irmãs do Horto no Brasil há uma 
Religiosa referente da FAMÍLIA GIANELLINA, que marca presença, ajuda a organizar e anima Grupos de pessoas que cultivam a espiritualidade vivida por Santo Antônio Gianelli, concretizando o Evangelho de Jesus. São os “Grupos Gianellinos”!
VEM E VÊ!

Há muitas pessoas envolvidas com Projetos de Bem em favor da humanidade, inspiradas no Evangelho e animadas pelo chamado-envio de Deus: 
SEGUE-ME E VAI!

- Participas de algum grupo missionário?
- Conheces alguém que faz de sua vida uma
“travessia” evangélico-missionária?
- Já sentiste algum desafio vocacional?
VEM E VÊ!     
VEM E SEGUE-ME!
SEGUE-ME E VAI!      
VAI, VIVE E ANUNCIA!


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Dia 21 gianellino!

Junho – Mês em que a Família Gianellina faz memória da “TRAVESSIA para a eternidade” de Santo Antônio Gianelli.


“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo... E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares... É o tempo da travessia... E se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos...” (Fernando Pessoa)

Biografia ou Travessia?

Nascimento - data, local, pais, irmãos, onde viveu, em que escolas estudou, cursos que fez, em que trabalhou etc. São dados da biografia de alguém. Isso não depende da pessoa. É circunstancial ou, se quisermos, providencial.
Travessia: envolvimento pessoal, mescla de sonhos e desafios, relações e realizações... doação de si e do que é seu em favor de outros, por uma causa...
Na travessia da vida, a pessoa qualifica a sua biografia: o que faz pela sua família... que serviços presta em bem da comunidade... como socializa o conteúdo dos estudos... Avanços na qualidade de vida – sua e dos outros... Gestos novos, presenças novas... Travessia inclui opções pessoais.
Há quem goste e se dedique a escrever biografias de santos e de outras personalidades. E isso é uma coisa boa. Mas o que faz a diferença é a TRAVESSIA de santidade, de comprometimento comunitário.

O Evangelho não é uma biografia, mas o relato da travessia de Jesus, de Maria, das Comunidades, dos discípulos e das discípulas. Uma travessia apaixonada e apaixonante... uma travessia focada e ampliada... por causa do Reino de Deus!

Nossa biografia nem sempre é gloriosa: não escolhemos familiares, local e data de nascimento. E esses dados não podem ser mudados. Mas a nossa travessia pode ser significativa e ter marcas de idealismo, escolhas, novidade, relevância para a história da humanidade. Por isso, somos desafiados a investir mais na travessia, porque é isso que nos faz “passar para a outra margem” (cf Mc 4,35), ultrapassar interesses individualistas, limites e fronteiras.
Há travessias geográficas, de longa distância, e travessias caseiras, pequenas, até de uma pessoa a outra... Uma boa travessia nos faz chegar mais longe, ir além do nosso pequeno mundo e mais perto dos outros, mais dentro de causas da humanidade.

Antônio Gianelli, o Santo Fundador do Instituto das Filhas de Maria SS. do Horto, não se ocupou com sua “biografia” – outros se encarregaram disso – mas ocupou-se com sua “travessia”: Chiávari, Gênova, Bobbio, Piacenza, no seu tempo... e daí para o mundo, em todos os tempos... E mais: ele deu indicações para que os membros da Família Gianellina fiizessem uma significativa “travessia” na vida.

A “travessia” de Antônio Gianelli continua através de tantas “travessias gianellinas”...
Estou nessa! E você?

Com a proteção de Nossa Senhora do Horto e as indicações de Santo Gianelli,
travesSIGA seu caminho e travesSEJA feliz!...
Abraços.
Neiva Moresco, fmh

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dia 21 gianellino!

CONVERSA na PORTA

Você já notou como as pessoas gostam de conversar na porta das casas?...
Na hora de ir embora, sempre tem mais algum assunto a tratar... e, parando na porta, continua-se a conversa...
Porta, lugar de movimento: entrada e saída.
Abençoado “dia 21”, no movimento do Espírito, pela “Porta da Fé”!

Estamos no “Ano da Fé”, proclamado por Bento XVI por meio da Carta Apostólica Porta Fidei – “A Porta da Fé”.
Chegamos a mais um “dia 21”, marcado no calendário e no coração como “Dia da Família Gianellina”.
Liturgicamente, na Igreja Católica, com as luzes e dons do Espírito Santo, estamos vivendo o “Tempo Comum”.

Para vivermos o “tempo comum” de um modo “fora do comum”, seguem algumas idéias destacadas da Carta apostólica Porta fidei, oferecidas à Família Gianellina, quais centelhas do Fogo de Pentecostes a iluminar caminhos e aquecer corações... Idéias que servem de ajuda para manter-nos "em movimento" no discipulado missionário, equilibrando fé e vida:

"A porta da fé” (cf. At 14,27) está sempre aberta para nós.
Atravessar essa porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira.
Crer na Trindade é crer num Deus que é Amor.
Redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo.
Readquirir o gosto de alimentar-nos da Palavra de Deus e do Pão da Vida.
A renovação da Igreja passa pelo testemunho dos crentes, que fazem brilhar, com sua vida, a Palavra da Verdade e anunciam a novidade radical da Ressurreição.
A fé que atua pelo amor (Gl 5,6) torna-se um novo critério de entendimento e de ação que muda a vida das pessoas.
O amor de Cristo nos impele (2Cor 5,14). É o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impulsiona a evangelizar.
A fé nos torna fecundos porque alarga o coração com a esperança... e permite oferecer um testemunho capaz de gerar... pela Palavra que nos torna discípulos/as.
Somos chamados/as a ajudar pessoas que estão à procura de Deus a encontrarem o justo percurso de chegada à “porta da fé”.
O Ano da Fé suscita o desejo de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, confiança e esperança, celebrando a Fé na Liturgia. É uma oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado e aprofundar a oração do “Credo” nas catedrais, igrejas, casas, famílias, comunidades religiosas, comunidades paroquiais, realidades eclesiais antigas e novas. Ter a oração do “Credo” presente na mente e no coração; repetir no leito, pensar nas praças, não esquecer durante as refeições e mesmo dormindo...
Acredita-se com o coração e, com a boca, faz-se a profissão de fé (Rm 10,10). Fé: dom pessoal que implica em testemunho e compromisso públicos.
Compromisso: descobrir novamente os conteúdos da Fé... refletir sobre o próprio ato com que se crê... Intensificar a reflexão sobre a fé, para revigorar a adesão ao Evangelho.
O Ano da Fé oferece um percurso para compreender melhor os conteúdos da fé, fazer o ato de fé e junto o ato de entregar-se totalmente a Deus. Aprofundar os conteúdos da fé e acolher o mistério da fé... Desenvolvimento da fé até chegar aos grandes temas da vida diária.
Será decisivo repassar, durante o Ano da Fé, a história da nossa fé que faz ver o mistério da santidade entrelaçada com o pecado.
Ter olhar fixo em Jesus (cf. Hb 12,2)... Contemplar a vida e o caminho de Maria, dos Apóstolos, de discípulos, mártires, homens e mulheres consagrados/as, homens e mulheres do laicato cristão...
O Ano da Fé é uma ocasião propícia para intensificar o testemunho da caridade... porque “a fé sem as obras é morta!”
Pela fé, reconhecemos o rosto do Senhor ressuscitado nos que pedem o nosso amor.
Sustentados pela fé, olhamos com esperança nosso serviço no mundo.
Fé, companheira de vida, nos ajuda a ter um olhar novo para ver as maravilhas que Deus realiza por nós. Quando sou fraco, então é que sou forte (2Cor 12,10).
Maria, a Mãe de Deus, foi feliz porque acreditou (Lc 1,45) na Palavra e no Plano de Deus.
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Que tal entrar e sair pela "Porta da Fé"?
- Que tal arriscar-se na leitura da Carta Apostólica Porta fidei inteira, localizando no texto as centelhas oferecidas à Família Gianellina, neste “dia 21”?
- Que tal manter-se “em movimento”, pela fé, na missão evangelizadora?
- Que tal dar uma resposta a essa proposta, desencadeando em você e através de você um novo “movimento missionário”, nos passos de Gianelli?

Saudações à Família Gianellina,
sempre “em movimento”, na Fé, pela Fé e...
botando Fé!

Neiva Moresco, fmh