quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

NATAL hoje... aqui...

Como Maria e José, somos chamados, não para um “recenseamento” numérico a fim de ver quantos somos, mas para “dar à Luz” um novo jeito de ser e agir no mundo.
Cada um vem de sua cidade, que é sua casa, sua realidade, e para lá retorna, levando os resultados da experiência de encontro com outros caminhantes.
Estamos lutando pelo advento de um novo tipo de Vida Religiosa Consagrada; queremos o nascimento de um novo jeito de ser comunidade; sonhamos transformar cada ambiente e cada coração numa “gruta de Belém”, simples e aberta, onde nasce, cada dia, o Salvador, “Verdade e Vida”.
O “edito” da Palavra de Deus e a “estrela” das novas gerações e dos novos tempos nos desafiam a sair da nossa “gruta”, às vezes fechada e pequena, e “pôr-nos a caminho” do novo, do diferente, do melhor.
Podemos ser como os “Magos”, sempre em busca, em movimento... ou como os “Pastores”, atentos, presentes e dedicados... Se não tivermos “ouro, incenso e mirra” para oferecer, façamos nosso trabalho com o amor vigilante dos pastores das montanhas.
Para que o Natal aconteça nas nossas vidas, no dia-a-dia, precisamos ter algumas atitudes evangélicas:
- a de Maria: guardar tudo no coração para meditar...
- a dos Anjos: anunciar a Boa Nova que salva...
- a dos Pastores: estar sempre no serviço, vigilantes...
- a dos Magos: seguir a luz, pôr-se a caminho e, se for preciso, até mudar de caminho, para não entrar no “sistema de Herodes”...
Para que seja Natal em cada dia do novo ano, precisamos nos converter de alguns pecados:
- o dos moradores de Belém: negação de lugar para acolher a quem precisa...
- o de Herodes: eliminação de muitos recém-nascidos, por medo de “perder o poder”...
- o do Imperador: preocupação com o “número”, com a “quantidade” de súditos, sem preocupação com a Vida plena das pessoas e o Bem da humanidade.
Que Maria, Mãe de Jesus, nos dê um pouco de sua consciência e liberdade de espírito, a fim de que sejamos capazes de substituir o menino Jesus de gesso, louça ou papel (que não pensa e não fala, não questiona e não compromete, mas também não salva) pelo menino Jesus Gente (que pensa e fala, desafia e compromete, ama e salva).
Que Maria e José nos ajudem a avançar de olhos fixos em Jesus, para que de nossos corações brotem ações em favor da vida e nossas casas e cidades sejam habitadas por cidadãos missionários.
Se o espírito do Natal-Vida, Natal-Caminho, Natal-Verdade nos animar, em nossas realidades será sempre Natal e a história que vivemos será de Salvação, porque construída por Pastores e Magos dispostos a ser presença e avançar por novos caminhos, “de olhos fixos em Jesus”, o Menino do presépio, o Verbo feito carne.
Com esse espírito natalino, daremos “Glória a Deus nas alturas” e anunciaremos “Paz na terra às pessoas de boa vontade”.
Dizendo Feliz Natal, é tudo isso que desejamos uns aos outros, em cada dia no novo ano.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

RETIRO ESPIRITUAL NA CASA NOSSA SENHORA DO HORTO

Beber na Fonte da Palavra de Deus
e do Carisma Gianellino!

Foi isso que um grupo de Irmãs fez, durante alguns dias de Retiro Espiritual, no início de dezembro 2010.
Doze Gianellinas, com mais de 70 anos de idade, dedicaram alguns dias à oração mais intensa e à meditação mais profunda da Palavra de Deus; viveram prolongados momentos de silêncio para melhor ouvir a voz divina e imbuir-se do espírito do Fundador, Santo Antônio Gianelli.
Doze Irmãs que, embora não estejam atuando diretamente nas Obras da Instituição, continuam sua ação missionária no dia-a-dia.
Doze pessoas que já viveram de 48 a 70 anos de Vida Religiosa Consagrada e desejam melhorar a vivência de sua vocação e missão, nas trilhas gianellinas.
Doze Filhas de Maria que, junto com sua comunidade e as Irmãs da comunidade vizinha, festejaram esses dias de graça e bênção, confraternizando com uma rodada de pizzas e frutas.

Por algumas IDEIAS que ficaram na memória e foram escritas pelas Retirantes e através de algumas FOTOS, a Família Gianellina e tantas outras pessoas podem ver algo desse tempo de abastecimento do espírito, celebração da história e festa da caminhada.


 














domingo, 21 de novembro de 2010

Mais um "21" - Dia da Família Gianellina!


Encontro da Família Gianellina – Porto Alegre, 21 outubro 2010

Síntese do trabalho em 8 grupos

A) Comentários sobre o tema e aplicação do mesmo, hoje, na nossa vida.
1. O tema desenvolvido nos mostra a capacidade administrativa de Santo Antônio Gianelli e como seus ensinamentos são atuais e aplicáveis aos dias de hoje. Ele ia e recomendava que se fosse ao encontro; era hospitaleiro.
2. Gianelli é uma pessoa que tem objetivos claros e abertos diante dos apelos da realidade. E é possível aplicar na nossa vida de hoje.
3. Dentro das imperfeições da vida, ser cristão, atender bem as pessoas, a humildade em reconhecer os erros, fazer o que é possível a serviço do bem, saber perdoar, construir a religiosidade dentro de si.
4. Sim, olhando Gianelli destemido, arrojado, corajoso para enfrentar os desafios de seu tempo e seus ideais que atravessam os tempos. É preciso termos esse propósito de vida.
5. .....
6. .....
7. .....
8. O tema do Encontro foi um bom tema: as cartas de Gianelli nos fazem refletir sobre a nossa postura; sua prática é bem atual.

B) O que nos caracteriza como Gianellinos/as?
1. Carisma, a acolhida, a disponibilidade, ir onde outros não vão, onde outros já desistiram. Audácia e simplicidade; ... fazer junto, não se assume sozinho - “A casa é nossa”.
2. Compromisso com a Igreja, a sociedade, com persistência, vontade e solidariedade. Mudar a realidade dos nossos atendidos, dos mais necessitados.
3. Diante da palavra de Gianelli, dar o nosso testemunho de fé.
4. Na missão que abraçamos hoje, já vivemos o carisma gianellino. Transmitir a persistência hoje em nosso fazer, em nossa prática, nas obras que impulsionam as mudanças, buscando formas de cativar. Sendo humano, dedicado, amoroso, justo e firme nas convicções. A presença de cada um hoje, aqui, é um testemunho importante.
5. O que nos caracteriza como gianellinos é a doação, o amor, a acolhida, a caridade, a vontade de conhecer a obra, a paciência (persistência).
6. Alegria, confiança, atendimento aos mais necessitados, fazer bem feito etc.
7. Solidariedade, ajuda ao outro; estar atento, vigilante; partilha no grupo; procurar viver e colocar na prática o compromisso; simplicidade; conhecimento da nossa missão.
8. Perseverança e comprometimento, vontade de ajudar, zelo e dedicação, coragem, lutar, devoção a Nossa Senhora, abertura, vontade de acertar, alegria, humildade, crítica, espírito de liberdade, espírito de família.

C) O que mais podemos fazer como membros da Família Gianellina?
1. Publicidade: divulgar Santo Antônio Gianelli. Apresentar a postura gianellina, nosso trabalho. Encontros menores para preparar o grande encontro gianellino.
2. ....
3. Evangelizar sempre, dentro do nosso ambiente; acolher e levar a sua palavra.
4. Inspirar-se na Mística Gianellina e colocar, no dia a dia, a prática da Caridade Evangélica Vigilante. Ter princípios claros e dar testemunho deles. Escutar mais a Juventude, seus anseios e ideais. Dar continuidade ao estudo de Gianelli, trazendo para nossa vida os valores que constituem o ser humano na sua inteireza.
5. Aprofundar (reforçar) o conhecimento da vida de Gianelli, a fim de partir para obras: visitar famílias, ser solidários em momentos de tristeza, morte. Mais comunicação entre os gianellinos. Divulgar a vida do Fundador.
6. Estudar sempre; ser exemplos constantemente; ouvir mais seus semelhantes; mobilizar mais pessoas para a missão gianellina.
7. Continuar mantendo aceso o carisma gianellino. Continuar intervindo para que a prática continue acontecendo no dia a dia.
8. Fazer rede família com as outras comunidades de POA. Tornar Gianelli mais conhecido. Cultivar a solidariedade gratuita e a acolhida.

D) Sugestões de Data e Tema do Encontro da Família Gianellina em 2011
1. 21 de outubro – Gianelli e ação solidária.
2. 21 de outubro – Missão das Irmãs do Horto.
3. Continuar dia 21 de outubro - Propor um projeto, propostas pedagógicas, na sua comunidade e relatar no Encontro como estamos propagando a palavra de Gianelli. Que os grupos tragam suas realidades.
4. 21 de outubro – Continuação do estudo das Cartas de Gianelli. Gianelli Educador, Missionário e Pastor.
5. Manter a data de 21 de outubro – Gianelli Educador.
6. 21 de outubro – Missão das Irmãs no mundo.
7. Continuar na mesma data – Como alimentar a chispa da solidariedade?
8. Sábado, 22/10 – Ainda as Cartas ou as Homilias de Gianelli.
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Homilia de Frei Ivo Bortoluz (Carmelita), na Missa de encerramento do Encontro da Família Gianellina, aos 21 de outubro de 2010


ONZE “GRITOS” DE GIANELLI  PARA SERMOS
DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS DE CRISTO

Carta Nº 23 – “não quero reino dividido. Mas tarefas divididas na obra inteira”.
1º- viver a unidade, sabendo conviver com as diferenças, em busca do essencial. Ter todo o cuidado com os personalismos, tendo consciência de que tudo deve ser feito por causa d’ele e de seu reino.

Carta Nº 23 – “as filhas de maria, consagrando-se a deus, não se tornam desumanas e nem ilógicas”.
2º- cultivar o humano. Quanto mais humanos nós formos, tanto mais divinos nos tornamos. Cuidado com quem nega o humano. Por vezes, deixando de ser humanos, podemos ser muito fiéis à lei e péssimos na vida, no amor.

Carta Nº 24 – “procure não me fazer perder a fantasia”.
3º- devemos cultivar o sonho. Não sermos sonhadores repletos de um romantismo barato. Mas cultivarmos o sonho, a utopia, pois dom helder nos diz que “quem não sonha não tem o direito de viver”. Sonhar sempre, mas sempre com os pés no chão.

Carta Nº 28 – “soube que está doente. É bom se deus a visita, mas precisa evitar provocá-lo. Tenha, pois, os devidos cuidados”.
4º- que a gente saiba gostar de si mesmo. Ex. do padre léo: “eu não posso pedir que deus me cure, daquilo que eu mesmo procurei”.

Carta Nº 44 – “não estamos obrigados, nem a impedir todo o mal, nem a fazer todo o bem”.
5º- não somos salvadores da pátria. Aliás, cuidado com os que se sentem “messiânicos. Por vezes, por detrás do stress se esconde muito de orgulho e de vaidade.

Carta nº 45 –“já faz bastante tempo que a obra paroquial de Coli dorme e é hora que desperte. Mas, é claro, se a cabeça dorme, os membros dormem com ela”.
6º- chamados à verdade. Não adianta ficar enrolando. Por vezes, “é preciso ser duros, mas sem jamais perder a ternura”.

Carta Nº 49 – “é melhor ser poucos e decididos, do que muitos e inertes”.
7º- precisamos confiar em deus. Se temos um objetivo, precisamos estar focados neste objetivo e se alguém não quer assumir esta caminhada, melhor é aconselhar a procurar outro “time”, pois jogador que faz corpo mole só atrapalha.

Carta Nº 63 – “uma coisa é serem modestas e despretensiosas; outra é que pareçam bobas e incapazes”.
8º- precisamos ser simples. Mas, em nome da simplicidade, não podemos ser “tapetes” dos outros. Sabermos ser espertos por causa do reino. Buscar uma formação maior, para amar, servir, mais e melhor.

Carta Nº 67 – “sejam mestras, sejam conversas, quando não são aptas aos serviços do instituto é necessário licenciá-las, mesmo que tiverem um dote grandíssimo. Todas as tolas e escravas da própria devoção, fora sem piedade.”
9º- cuidado com os interesses egoístas e consumistas. Cuidado com o tratamento diferenciado, por causa do poder. Cuidado com as classes que criamos, onde uns somos os senhores e outros são os servos.
Cuidado com as minhas devoçõezinhas, para o meu jesusinho, pois tudo acaba num egoisminho.


Carta Nº 68 – “proteja-se das “muitos espirituais” (quero dizer, daquelas que, para cultivar um “beatismo”, descuidam do próprio dever, não se preocupam por seus ofícios) como de uma verdadeira peste”.
10º- cuidado o individualismo, com aquelas minhas devoçõezinhas para o meu jesusinho, pois tudo acaba num egoisminho.

Carta Nº 71 - “muitas e muitas vezes me disse para caminhar unido com os bispos, meus irmãos”.
11º- eclesialidade, somos parte de um todo, fazemos parte de uma igreja que é de jesus cristo. “jesus cristo é mais importante do que o carisma. É preciso apaixonar-se antes por jesus cristo e depois pelo carisma. (livro: o beijo de deus – ir.ana roy)
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Que outros "gritos"
você escutou lendo as Cartas de Antônio Gianelli?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Beber na fonte de um Carisma
para ser presença atuante na Igreja e na Sociedade!




quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CHISPAS MARIANAS
na vida e missão de Antonio Gianelli

Alocução de Antônio Gianelli ao Povo de Chiavari (Itália), por ocasião da colocação da primeira pedra da nova fachada do Santuário de Nossa Senhora do Horto - 31/07/1836
Alguns trechos...

É justo que os aplauda e, com um sermão apropriado, embora breve, os anime em seu propósito e, se necessário, os provoque ainda mais.
Lamento que o tempo não me permita um discurso mais digno de vocês e da soleníssima circunstância em que lhes falo. Vocês compreenderão os “apertos do orador” e, tanto vocês aqui, como Maria no céu, receberão com boa vontade a mudança da obra.
Um voto, uma promessa a Maria do Horto! Uma ampla decoração para seu Templo, uma digna fachada que o reavive e que o indique aos que passam. [...]
Não tem fé, não tem sangue, não tem coração de filho de Chiávari aquele que não desejou cumprir logo sua promessa, tão santa em sua intenção e tão maravilhosa em seus efeitos.
Os ânimos generosos aspiram ao ótimo.... E eu não me contento com o simples silêncio ou uma forçada adesão, mas quero ver brilhar, em cada rosto, corações cheios de amor pátrio, amantes do verdadeiro bem público e jubilosos de que se honre a Maria do melhor modo.
A posteridade dirá que tivemos o coração maior do que os meios, os sonhos mais amplos do que as possibilidades.

Antônio Gianelli ao Clero e ao Povo da Cidade e Diocese - 24/11/1844: “Espírito de sincera piedade e de filial devoção a MARIA Santíssima”
Alguns trechos...
Nós, que somos os ínfimos em méritos e em saber, mas talvez não os últimos no desejo de ver honrada Maria, e Maria imaculada em sua concepção, cremos que não devíamos perder tão feliz ocasião de seguir exemplos tão belos. [...]
Meus queridos, isto é o que tanto nos interessava enfatizar, ou seja, que recordem sempre como nosso amorosíssimo Salvador nos deu por Protetora e Advogada, mais ainda, por Mãe, a sua própria Mãe Santíssima e que, por isso, todos devemos professar-lhe a devoção mais sincera, mais terna e verdadeiramente filial... Maria é Mãe de Deus e Mãe nossa grande e amorosa. [...] Mãe do Verbo divino! Esperança dos pecadores, dos desesperados, “porto seguríssimo”...
O que fazer para ser devotos de Maria? Que oferendas? Que obséquios? Que serviço prestar-lhe?
É difícil determinar uma coisa que não está definida pelas Escrituras nem pela Igreja, mas podemos dizer-lhes: [...] Ter a imagem de Maria em todas as casas, em todas as salas, em todas as entradas de suas casas, de suas tendas, de suas oficinas, de seus negócios e até de seus campos... Eu queria que a levassem consigo, pessoalmente, como seus mais preciosos ornamentos ou, ao menos, os mais queridos: escapulários, faixas, medalhas (medalha milagrosa), rosários...
Eu queria que fossem cativados, enamorados e apaixonados por ela, como um Bernardo, um Boaventura, um Ildefonso e tantos outros...
Um verdadeiro, constante e incansável afã de imitá-la sempre em suas virtudes (nisso consiste a melhor devoção!).
Nas suas Festas e Solenidades: preparação com tríduos, septenários, novenas... inscrição em Confrarias... Cantar seus louvores; os que podem, rezar seu Ofício... Rosário (coroa de rosas) em todas as famílias... Maria derramará sobre nós seus favores com mão cheia, nos acolherá sob o manto de sua proteção e nos salvará...
Irão se exercitando em aprender e cantar com a devida devoção e ritmo na Ladainha o versículo “Rainha concebida sem pecado original”, depois do verso “Rainha de Todos os Santos”... (rezar e aguardar a proclamação do dogma, pelo Papa).
Antonio Gianelli, Bispo
Pe. Tiago Gianelli, Secretário

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

"CHISPAS DE CARIDADE" SE ESPALHAM...

RESSONÂNCIAS do ENCONTRO da FAMILIA GIANELLINA...

[...] Como havia dito na saída da “nossa” Missa, realmente foi belíssimo o Encontro da Família Gianellina.
Ter conhecimento das atitudes e maneiras como Gianelli tratava as pessoas, através de suas cartas, nos aproxima muito mais deste Santo, que não nasceu Santo, mas se fez Santo. Poder traçar um paralelo entre as atitudes dele e as nossas também foi muito significativo.
Penso que, a cada dia que passa, somos mais Gianellinas.
O encerramento do Encontro não poderia ter acontecido de maneira melhor: a escolha do Frei Ivo para a Celebração foi de grande importância, pois nos fez ver outros trechos das cartas de Gianelli com um olhar diferente do olhar de “uma filha de Maria Santíssima do Horto”, mas a mesma essência.
O livrinho que ganhamos virou livro de cabeceira desde o dia 21.
Sirlei Mara Veiga
Belém Novo – Porto Alegre/RS


O que foi esse Encontro, para mim...
Foi uma força, uma retomada de energia e fé. Senti-me acolhida, irmanada no mesmo ideal, disposta a buscar sempre mais e procurar ser um exemplo de vida no meu trabalho e com quem convivo. Comoveu-me e encantou a oração feita junto à natureza: um hino de vida e esperança. Todos os momentos do encontro foram ricos e muito bons.
Obrigada! Que Deus e S. Antônio Gianelli nos abençoem!

Maria Veiga Miranda
Dom Pedrito/RS
Como me sinto...
Eu me sinto muito feliz fazendo parte dessa Família Gianellina. Como foi maravilhoso nosso Encontro! Agora posso, sem receio, convidar amigas e quem não é amiga também para participar e conhecer o que é a “Família Gianellina”. Obrigada por tudo e a todos que colaboraram com a minha felicidade.
Eidelícia de Souza e Silva
Macaé/RJ