terça-feira, 21 de setembro de 2010

Atenção, família Gianellina! Dia 21 de outubro vem aí!

Já vai começar a estação da Primavera... Para algumas Instituições, setembro é o mês da Bília...
O "florescimento" da Vida nos corações gianellinos pode acontecer também pela força da PALAVRA de DEUS...

Por isso, podemos viver o "dia 21" de setembro fazendo memória de alguns Pensamentos de S. Antônio Gianelli sobre a Sagrada Escritura (cf. "Estudo Sagrada Escritura" - Pregações Missionárias - Vol. 8º, p.451-487):
"A Sagrada Escritura é palavra de Deus, que é a verdade por essência; por isso, cada palavra, cada letra merece a nossa atenção.
Dediquemo-nos, então, quanto possível, à leitura e ao estudo dos Livros sagrados.
Quem de nós teria desculpas por ignorá-los?
Não esqueçam que, como Palavra de Deus, não pode ser entendida plena e retamente sem a graça dAquele que nos deu essa Palavra e sem o qual nada podemos.
Os próprios teólogos e oradores sacros, melhor falam da Sagrada Escritura quanto mais se aproximam desse sol que é todo luz e pura luz.
Santos e grandes personagens sempre pescaram nesse mar sem fundo, e todos encontraram imensos tesouros de celeste sabedoria e santidade.
O uso comum dos Livros Sagrados é lê-los e meditá-los para fortificar-nos cada vez mais na fé e tornar-nos mais fervorosos nas boas obras e na santidade.
[...] Devemos imitar o Divino mestre que, em todos seus discursos, costumava apoiar-se em alguma passagem da Lei e dos Profetas.
[...] O aumento da nossa fé e o maior fervor no fazer o bem é o duplo fruto dessa leitura e meditação.
Querendo dizer isso brevemente, mas com expressão mais forte e significativa, mais viva, diremos: O verdadeiro fruto das Sagradas Escrituras deve ser a santidade e o crescimento na mesma.”


LEMBRETE!
Falta apenas um mês para o Encontro da Família Gianellina!


Dia 21 de outubro vem aí!.. Prepare o seu coração... ponha-se em movimento... convide outros/as Gianellinos/as! Participe! Sua presença fará a diferença nesse “dia 21”!


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Dia 21... dia D da Família Gianellina!

Faltam dois meses para o grande Encontro Gianellino!
Que sua vida seja abençoada por Deus, através de Santo Antônio Gianelli, o "Santo de  Fogo"! No dia 21 de outubro, seja uma bênção para outras pessoas, participando do Encontro da Família Gianellina. Convide mais gente que você sabe que simpatiza e sintoniza com o carisma e a  espiritualidade do Instituto das Filhas de Maria SS. do Horto. Junto com outras pessoas, podemos ir "mais longe"!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Antes do dia 21 de outubro, um CONVITE... No dia 21 de outubro, uma FESTA DE FAMÍLIA...

Carinhosa saudação a todos os membros da Família Gianellina!
Aproxima-se a data do 2º Encontro Nacional da Família Gianellina.
A Equipe de Coordenação já se reuniu para fazer a programação desse evento, levando em consideração as sugestões dadas pelos/as participantes do 1º Encontro, em 2009.
Esta é uma carta que chega às pessoas conectadas com o Carisma de Gianelli como CONVITE para marcar presença nessa “Festa de Família”.
• Data: 21 de outubro de 2010.
• Horário: das 9 às 18 horas.
• Local: Casa de Retiros Belém do Horto – Av. Belém Velho, 4299 – Porto Alegre/RS.
• Contribuição: R$15,00 (quinze reais), incluindo almoço, lanches e uso do ambiente. Na abertura do Encontro será dito a quem cada participante entregará esse dinheiro.
• Tema: Perfil de Gianelli, seu pensamento, suas práticas e seus projetos de Cidadania.
• Objetivos: 1. Reforçar traços da identidade. 2. Estreitar laços de solidariedade. 3. Ampliar espaços de missionariedade.
• Informação: No dia do Encontro, funcionará um “Stand” (livros, cartões postais etc.) e uma “Tenda de Doces”.
• Pedido: Se alguém chegar ao local do Encontro na véspera, pede-se a gentileza de avisar pelo telefone (51) 3245 2747.
• Proposta: Como reforço do tema do Encontro de outubro 2009 e preparação do Encontro deste ano, sugerimos que, antes do dia 21/10, os Grupos Gianellinos façam leitura e estudo do Texto “O Amor Trinitário é fundamento da Família Gianellina” (colaboração de Ir. Raquel Pena Pinto).
• Uma dica: Visitar o Blog www.familiagianellina.blogspot.com
Como em “assuntos de família” a mãe está presente, nesse Encontro da Família Gianellina invocaremos a Mãe Maria, sob o título de Nossa Senhora do Horto, e falaremos nos 400 anos da sua aparição, evento festejado aos 02 de julho deste ano.
Agradecemos, desde já, pela acolhida ao nosso Convite, pedindo a confirmação de sua presença no Encontro até o dia 15/10/10, pelo e-mail numpoa@terra.com.br
Desejamos que as bênçãos de Maria acompanhem você e seus familiares e, pela intercessão de Santo Antônio Gianelli, você continue sua caminhada “feliz da vida”!
Abraços.
Ir. Neiva Moresco
- Coordenação da Família Gianellina -

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O amor Trinitário
é fundamento da Família Gianellina

Ir. Raquel Pena Pinto, FMH

A comunhão entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo é inspiração, fonte e meta para a Família Gianellina. Tal mistério aponta para todos/as nós, discípulos/as missionários/as, a possibilidade de participarmos desta mesma realidade divina, em que pessoas distintas se abrem às diferenças e agem como um só Deus. "Que todos sejam um como Tu, Pai, estás em mim e eu em Ti, para que eles estejam em nós" (Jo 17,21). A presença da Trindade-comunhão na história permite que convivamos com as diferenças e superemos as desigualdades e os preconceitos. Deste modo, acontece a nova comunidade dos filhos e das filhas de Deus, uma comunidade de irmãos!

Jesus de Nazaré, Verbo encarnado, foi quem nos revelou de forma plena o Deus Uno e Trino. Batizado, começa o seu ministério constituindo uma comunidade de discípulos missionários. Nos três anos de convivência, aprendizado e participação na missão do Mestre, os seus apóstolos cresceram em liberdade, em doação de si e em experiência comunitária, imersos numa nova relação com Deus e com os outros. Da convivência com Jesus aprenderam sobre o jeito de ser de Deus. Da convivência entre si, sempre acompanhada por Jesus, foram aprendendo um novo jeito de ser povo de Deus.

Do mesmo modo, Jesus chama os setenta e dois discípulos: a comunidade cresce, a missão se expande! Jesus envia-os “dois em dois” (Lc 10,1s), desafiando-os a assumir os compromissos com o Reino: “Ide! Eis que eu vos envio como cordeiros entre lobos” (Lc 10,3). As necessidades emergem e o anúncio torna-se tão urgente que não é possível perder tempo sequer com cumprimentos (Lc 10,4). “A colheita é grande, mas os operários são poucos” (Lc 10,2). Os ensinamentos são austeros, “Não leveis bolsas, nem alforje, nem sandálias” (Lc 10,3), os discípulos devem dar um testemunho de simplicidade, pobreza e liberdade, num espírito sempre itinerante, de quem sabe que o “Reino de Deus está próximo” (Lc 10,9).

A missão é responsabilidade de todos/as nós. O anúncio do Reino exige uma nova postura, uma nova mentalidade, um novo jeito de ser e de viver, uma nova relação com as pessoas, com as coisas; deve-se estar disposto/a a abandonar toda forma de individualismo, egoísmo, ambição, dominação, para dispor-se a educar-se para a partilha, o diálogo, a co-responsabilidade, numa convivência sempre mais respeitosa, humana e feliz, num verdadeiro espírito de cooperação, comunhão e participação. Para tanto, será necessário um coração livre, capaz de amar e servir.

A Igreja: chama e envia

“Nascida do amor do Pai eterno, fundada no tempo por Cristo Redentor e coadunada no Espírito Santo, a Igreja tem um fim salutar e escatológico que não pode ser atingido plenamente senão na vida futura. Contudo, ela já está presente aqui na terra, composta de homens membros da cidade terrestre, chamados justamente a formarem já na história do gênero humano a família dos filhos de Deus, que deve crescer sempre até a vinda do Senhor”. (GS 40)

Com o Concílio Vaticano II surge uma nova Igreja renovada pelo sopro do Espírito Santo, com nova consciência, gerando uma nova maneira de participação. Na Igreja de Cristo todos somos irmãos! A “Igreja nos dá uma família, a família universal de Deus. A fé nos liberta do isolamento e nos conduz à comunhão”. (DI 3 - Discurso Inaugural de S.S. Bento XVI na V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano). A Exortação Apostólica Ad gentes, lembra-nos que “a dignidade igual entre todos os membros da Igreja é obra do Espírito, está fundada no Batismo e na Confirmação, e é corroborada pela Eucaristia”. O mesmo Espírito que agiu em Jesus de Nazaré e nos seus apóstolos continua agindo, atuando hoje em sua Igreja, gerando uma multiplicidade de formas, diversidade para a comunhão. “É o Espírito que faz da Igreja uma comunhão orgânica na sua diversidade de vocações, carismas e ministérios”. (Ad Gentes 4).

Portanto, com igual dignidade, conferida pelo Batismo, mas com responsabilidades diversas, de acordo com o estado de vida e/ou ministérios assumidos, somos chamados/as e enviados/as a anunciar a Boa Nova do Reino para toda a humanidade, em comunhão e participação. Um dos muitos frutos da Igreja como comunhão é a “consciência de que seus vários membros podem e dever unir as forças, numa atitude de colaboração e permuta de dons, para participar eficazmente na missão eclesial” (VC 54). Na união e articulação de dons e carismas, existe uma maior possibilidade de dar respostas aos grandes desafios do nosso tempo. Para que haja verdadeira comunhão, é necessário que cada ministério/serviço/pastoral atue no seu específico e sempre em coordenação/colaboração com os outros. É dessa sincronia de atuação que nasce uma comunhão que respeita a diversidade e mantém a verdadeira comunhão.

Assim, como membros da Igreja, todos/as (padres, irmãos/ãs, leigos/as, bispos...) somos chamados/as a ser sinal de comunhão. A Igreja evangeliza do jeito que Jesus ensinou aos seus apóstolos e discípulos, como comunidade de amor, compartilhando dons, carismas e serviços pelo bem das pessoas. Viver em comunhão na e para a missão; estar atentos aos sofrimentos da humanidade e elaborar novos projetos de evangelização que respondam aos seus gritos e anseios, sobretudo dos empobrecidos, tornar-se-á o maior sinal profético que a humanidade espera de nós; tornar-se-á uma força de atração que leva todos/as a Cristo.
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sábado, 17 de julho de 2010

FAMILIA GIANELLINA: marcas no PRESENTE com lances de FUTURO!

Com a participação de cinco Irmãs e quatro Leigas, a equipe de coordenação da Família Gianellina se reuniu no dia 16 de julho para umas horas de convívio, reflexão e programação do grande Encontro da Família Gianellina, que acontecerá no dia 21 de outubro 2010.
Além de ser a festa de Santo Antônio Gianelli, fundador do Instituto das Filhas de Maria Santíssima do Horto (FMH), será um momento forte para:
- reforçar TRAÇOS da identidade gianellina;
- estreitar LAÇOS de amizade, pertença, parceria;
- ocupar e ampliar ESPAÇOS de ação missionária.
Marque essa data na sua agenda
e alimente no seu coração essa ideia.

A seguir, um texto para você ler.
Você vai gostar e se encontrar nele...

"BENDITAS COLHERES" na Vida e Missão da Família Gianellina!
Uma colher, símbolo da participação ativa de Leigos/as e Irmãs na caminhada Gianellina: o laicato é chamado a ajudar as religiosas a não deixar o Carisma "grudar e queimar no fundo da panela", isto é, cristalizar-se, ficar velho, estático; as religiosas são chamadas a deixar-se mover, a acolher o desafio da renovação e da mobilização.
Com a colher se pode pegar os temperos e acrescentar à comida... Com a colher se pega o alimento pronto e se serve e reparte nos pratos ou nas bocas (no caso de crianças, anciãos ou doentes).
Os/as Leigos/as trazem para dentro das Obras gianellinas o "tempero" da realidade social... e levam o "alimento" preparado no engajamento na Obra ou Serviço com as Irmãs, para "saciar a fome do mundo".
Cada pessoa pode ser como uma colher de pau, de aço inox ou de plástico... uma colher grande ou pequena... O mais importante é a sua utilidade para o bem comum, a qualidade do seu serviço.
Existe também a colher de pedreiro: instrumento usado para misturar, mexer, colocar a argamassa no lugar, alisar paredes etc. É um instrumento importante na “construção”.
Assim são os/as Leigos/as na caminhada gianellina: ajudam na construção da história, misturam sua experiência, sua espiritualidade, seu conhecimento com o Carisma e espiritualidade da Congregação; mexem nas estruturas da Vida Religiosa para ajudar na renovação e reorganização da Vida e Missão; partilham suas ideias, seus sentimentos e seu agir no lugar certo e na hora oportuna; dão um toque de qualidade na caminhada, nas relações e atuação das FMH. O/a Leigo/a que simpatiza e sintoniza com o Carisma do Instituto é uma presença importante na construção da história e na encarnação atualizada do Carisma.
Como colher de pedreiro são também as FMH: partilham entre si e com o povo a espiritualidade e a missão; dão um toque evangélico às relações para que sejam saudáveis e solidárias; misturam-se com o povo para misturar os valores gianellinos com os valores da realidade; ajudam assim na construção de um mundo melhor para todos.
Equipe de Coordenação da Família Gianellina: um conjunto de “colheres” – iguais e diferentes – chamadas a fazer a diferença na atualização, vivência e concretização do Carisma gianellino!
Com Caridade Evangélica Vigilante, dá para “meter a colher”!

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segunda-feira, 22 de março de 2010

CARTA DA MADRE TEREZINHA PETRY

Por que vocês procuram entre os mortos Aquele que está vivo?
(Lc 24, 5)


Caríssimos,
Cristo Jesus ressuscitou! Eis o grito da nossa fé, da nossa alegria. Palavra que a Igreja repete durante todo o Tempo Pascal, sabendo que o Senhor está vivo e caminha ao nosso lado.

Com verdadeiro sentido eclesial, jun-tos, na unidade “familiar”, queremos tam-bém nós expressar uns aos outros o augúrio pleno do ALELUIA!

O Aleluia pascal nos convida à festa, à alegria, a ser criaturas novas. Somos parti-cipantes da Sua vida. Por isso, proclamemos exultantes a expressão triunfal da vitória do Senhor sobre o pecado e sobre a morte. Em Jesus ressuscitado explode a vida, nada é mais como antes, tudo adquire um sentido novo, positivo, definitivo.

O anúncio da ressurreição torna-se evangelho, boa notícia, antes, a mais “bela notícia” a levar a todos. Então, a missão é um acontecimento pascal, portador da mensagem de vi-da que é o próprio Cristo. Portanto, nós somos chamados a viver com alegria a vocação, tornando-nos espaço da presença de Cristo, para continuar a sua vida na história e dar aos outros a possibilidade de encontrá-lo” (cfr. Documento 18° CG, pág. 12). De fato, “nós somos testemunhas disso”, como pessoas que querem ser transformadas por Jesus ressuscitado, pessoas que desejam tornar-se capazes, na força do Espírito Santo, de contagiar outros e a-traí-los aos valores evangélicos: a oração como súplica/abandono nas mãos do Pai, a espe-rança e a serenidade também no sofrimento, a alegria no serviço ao próximo, a gratuidade nas relações, a honestidade conosco mesmos e com os outros, a humildade e o auto-controle, a promoção do bem que está em cada um, a atenção às necessidades dos últimos.
E nós, certamente, temos esta alegre paixão para contagiar, para transmitir os valores de Jesus. Quantos fatos comprovam isso!

Por outro lado, somos chamados a “reconhecer” o Ressuscitado presente na vida das pessoas que: nos ajudam a escutar e viver a Palavra, partilham os nossos ideais, fazem ges-tos de serviço, escutam as dificuldades que temos, nos sacodem das nossas “paralisias”, nos tratam com bondade e compaixão, estabelecem conosco uma relação verdadeira, nos brin-dam amizade, são solidárias com quem está em necessidade!

Caríssimos, somos convidados, mais uma vez, a tornar presente Jesus Ressuscitado, a fazer nosso o olhar de Deus que lê a história humana de dentro, partindo da vivência de cada um, com os seus dramas e a sua necessidade de salvação. Um olhar que é também es-cuta, início de todo diálogo em função da vida nova que nos toca por inteiro, na nossa di-mensão pessoal, familiar, social ... (cfr. Documento de Aparecida 356).

Ao Aleluia Pascal acrescentemos também a invocação: “Fica conosco, Senhor!”.
O mundo precisa de Jesus, Ele que é Caminho, Verdade, Vida, Luz! Ele, o Vivente, o Peregrino que caminha conosco e nos revela o sentido da Palavra, o dinamismo da li-bertação.

E nós, discípulos missionários, corramos, com paixão nova, a anunciar aos outros, a li-bertá-los da ausência do Senhor, a transmitir força, esperança, fé!
Eis, portanto, um outro compromisso que Páscoa suscita: fazer todos participantes da sua celebração, acolher e oferecer a mensagem de liberdade que dela brota.

“A caridade na verdade, da qual Jesus Cristo se fez testemunha com a sua vida terre-na e, sobretudo, com a sua morte e ressurreição, é a principal força propulsiva para o ver-da-deiro desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade inteira”, nos diz o Papa (CV 1). Movidos por essa força, os discípulos missionários de Cristo promovem a cultura da partilha em todos os níveis, em contraposição à cultura egoística que caracteriza o nosso tempo, as-sumindo um estilo de vida sóbrio. Diz o Documento do 18° CG: “O amor se expressa tam-bém na comunhão dos bens. Na base está a fé no Ressuscitado que nos torna comunidade, na qual a pobreza, a essencialidade e a sobriedade se tornam opção de vida” (cfr. pág. 17).

Como lembram, fixamos a sexta-feira que precede o 12 de abril – dia do nascimento de Gianelli – como Dia da Solidariedade. Uma ocasião para pensar mais naqueles que estão em necessidade e para ajudar com as nossas pequenas privações aqueles que padecem pri-vações maiores, colaborando com o “Fundo de Solidariedade” do Instituto. Neste ano, a data coincide com a sexta-feira de Páscoa. Cada Comunidade, cada membro da Família Gi-anellina escolha essa data ou o dia mais apropriado para tal prática de solidariedade.

Estamos criando, aos poucos, na Casa Geral, um Centro de Animação Missionária e Desenvolvimento, cuja equipe é constituída por religiosas e leigos, conforme as determi-nações do 18° Capítulo Geral (CeGiAMiS).

Empenhemo-nos em rezar mais intensamente por todos os membros da nossa Família Gianellina, privilegiando o dia 21 de cada mês.

Pensando na ressurreição queremos recordar também Maria. E o fazemos com as pa-lavras de João Paulo II, na Carta Apostólica ROSARIUM VIRGINIS MARIAE: “Contem-plando o Ressuscitado, o cristão redescobre as razões da própria fé (cfr 1 Cor 15, 14) e revi-ve a alegria de Maria, que deve ter feito uma experiência não menos intensa da nova exis-tência do Filho glorificado” (cfr RVM, 23).

Que ela, Maria, “mulher do terceiro dia”, discípula missionária, continuadora da mis-são do seu Filho e formadora de missionários, nos oriente com sua ajuda materna, feita de sabedoria e doçura.

Com Gianelli repitamos: “O tempo da Paixão depois de amanhã termina. Respi-rem vocês também o Aleluia! E na vivíssima esperança de ter parte na ressurreição do Senhor, expulsem toda a melancolia”.

Uma saudação cordial e Boa Páscoa a todos, também da parte das Conselheiras e das Irmãs da Casa Geral!

Ir. Terezinha Maria Petry
Superiora Geral

Roma, 4 de abril de 2010
Páscoa da Ressurreição